O ser humano é egoísta, como dizem alguns filósofos, e se viverem em um lugar sem Lei, farão valer a Lei da Força. Isso é o que se aprende na faculdade de Direito, e a isso se chama o Estado de Natureza.

Um livro muito comum nas faculdades de Direito, para entender como a ausência do Direito se manifesta rapidamente, é o Caso dos Exploradores de Caverna.

Assim, para evitar a Lei do Mais Forte surge o Direito, como uma forma de resolver os litígios e os maiores problemas entre as pessoas de uma forma mais racional e ponderada, acalmando ânimos e permitindo que cada um tenha o que é justo, ao menos na maior parte das vezes.

Todavia, com a sociedade ficando cada vez mais complexa, e as leis cada vez mais difíceis de entender, apenas uma parte da sociedade compreende bem o que é seu direito e os canais para acessá-los se desconectam da sociedade.

A Advocacia, que era o caminho para realizar esta conexão, não tem condições de manter essa conexão da forma como é feita atualmente. Com as mudanças da sociedade e a exponencialidade com que ocorrem, a Advocacia precisa acompanhar essas mudanças, do contrário, perderá sua função social.

Empoderar os advogados e os escritórios através de tecnologia é o caminho fundamental para conseguir traduzir o Direito para uma linguagem cada vez mais próxima das pessoas, entregando a elas as respostas que precisam sobre os seus problemas.

Afinal, é quando as pessoas conhecem bem seus direitos que sabem com muito mais segurança quando precisam ou não dos advogados, o que consequentemente gera uma revalorização da profissão (tal como era valorizada no passado).

Conectar as pessoas aos seus Direitos é o principal propósito da ADVBOX, pois entendemos a importância disso para viver um mundo mais humano e menos egoísta, com respeito às diferenças e menos violência.

Entender e viver conectado aos seus direitos faz as pessoas entenderem os seus limites e até onde precisam respeitar os outros para não ter invadida sua própria liberdade e a liberdade do outro. É através dessa conexão, também, que a população passa a entender porque precisa respeitar o meio ambiente, preservar a natureza, cuidar de seu bairro e de sua cidade; respeitar escolhas, estilos de vida e naturezas das outras pessoas.

Somente quem está conectado com seus direitos respeita a diversidade humana e as particularidades de cada realidade: as diferentes idades e fases da vida, orientações sexuais e identidades de gênero, raças, etnias, culturas e condições econômicas.

O passado é riquíssimo em nomes de grandes personalidades que deram a vida para construir a gama de direitos que temos na humanidade hoje, mas é focado no tempo presente que podemos nos conscientizar dos nossos erros e problemas enquanto espécie humana, e quem sabe poder viver um futuro repleto em um mundo verdadeiramente justo.

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