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Se em contextos mais tradicionais (ou até mesmo acadêmicos) a máxima “não julgue um livro pela capa” é uma regra indispensável para garantir o aproveitamento dos conteúdos, na internet somos quase obrigados a abrir mão dessa ideia. Especialmente quando tratamos de textos em blog de advogados para a população.

Vários advogados e advogadas sentados em uma fileira de cadeiras em uma espécie de sala de espera, todos manuseando smartphones. A foto representa a conectividade online do advogado e a importância de um blog de advogados.

A economia da atenção em contextos exponenciais

A economia da atenção é caracterizada pela necessidade das pessoas e organizações de utilizar seu recurso de atenção de forma mais eficiente. O economista Herbert Simon abordou esse fenômeno já na década de 70. Ele explicou que, quando há riqueza de informações, cria pobreza de atenção.

Se em 1970 essa realidade já era observável, hoje ela é imperativa na vida de todos nós. A sensação de falta de tempo ou sintomas psicológicos (como ansiedade de informação e o fear of missing out) apontam uma necessidade urgente. A de lidar com a escassez da nossa atenção diante da abundante quantidade de opções informacionais.

Como nós selecionamos o conteúdo que iremos consumir? Essencialmente através da “capa” dos textos: imagem que o ilustra e título escolhido.

Como fazer uma escolha sábia?

Em primeiro lugar, é indispensável entender o seu público-alvo. O que a personalidade e a rotina da sua audiência prioriza? Qual é a linguagem que seu público fala e que tipo de imagem chama sua atenção? Esse cuidado é ainda maior em caso de blog de advogados, por causa o linguajar jurídico.

Nós sabemos que advogados valorizam o conteúdo acima da estética dos livros que leem. E que a frase “não julgue um livro pela capa” sequer precisa ser dita pela classe. Afinal, a capa não é um critério de atenção para compreensão de teses, por exemplo.

Utilizar o contraste à tão conhecida frase auxilia nosso texto a chamar atenção. Combinando com “blog de advogados” e “seus leitores” conseguimos chamar a atenção de leitores como você: advogados interessados em conquistar o sucesso com blogs.

E a fotografia para ilustrar precisa refletir a auto-imagem que você possui de si ou que almeja construir. Seria equivocado da nossa parte colocar a fotografia de um martelo de juiz sobre as teclas de um notebook. Concorda?

Não basta chamar a atenção. É preciso mantê-la.

Atualmente, enfrentamos uma crise informacional na internet: conteúdos de fake news e clickbaits.

São textos que não entregam o que prometem e ameaçam de forma severa o exercício da cidadania, nos casos mais graves.

As fake news são as notícias falsas. Elas compartilham algumas características e cada vez mais a internet se mune de conhecimento para não consumi-las. São sensacionalistas e conspiratórias, pedem que sejam compartilhadas, não têm fonte ou possuem fontes duvidosas.

Os clickbaits são “iscas de clique”. Ou seja, títulos que instigam as pessoas a clicar. O objetivo é gerar muitos acessos em uma página e, consequentemente, fazer aquela página ter valor para anunciantes.

Por isso, ao definir o título do seu texto (e todo o conteúdo!) é importante que o título chame atenção. Mas que ela seja mantida ao longo da leitura. Desde a introdução (evite ser prolixo demais) até a proposição de uma solução final.

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Lucas Steinmetz

Formado em jornalismo, especializado em estratégias e técnicas SEO e Professor do Instituto IbiJus. Lucas Steinmetz começou sua jornada como analista SEO dentro de um escritório de advocacia e elevou o número de acessos no blog de 20 mil para 315 mil visitas por mês. Possui mais de 11 anos de experiência em produção de conteúdo para internet. Atualmente, trabalhando em um dos mais completos métodos de marketing jurídico focado em qualidade e resultados sem ferir as normas da OAB.

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